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Vips em Cuiábá

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Aqui, em Cuiabá/MT, começamos nossa rotina de viagens pelo Brasil e o mundo. O ano era 1979, o mês dezembro, férias escolares e eu entrei no clima e tirei meu período de férias e fomos viajar, os tios de Marina nos oferceram alguns dias, que se transformaram em trinta e dois dias, e as passagens aéreas, via Cruzeiro do Sul, lembram desta voadora?  E lá, no estado governado pelo tio Frederico Campos tivemos um tratamento vip,  daqueles que só as grandes personagens as tem, e curtimos os dias como se fossem os últimos,  visitamos o Pantanal, lado Mato Grosso, andamos pelas cidades vizinhas, Vargem Grande etc, e até futebol no estádio que hoje foi transformado em uma bela arena.  E depois eu conto, em outra foto, o que foi minha festa de aniversário, já no ano 1980, lá mesmo na residência dos governadores. 

Parrilla uruguaia

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  Montevideu é um lugar aconchegante, povo educado, atencioso com o turista e com dicas bem legais. - Onde comer bem?Pergunto a um jovem casal na rambla do Prata. - Peguem um táxi e sigam para o Porto e peçam um assado na parrila. E o melhor da cidade.  E lá fomos. Olhem a foto e a nossa felicidade 

Carne de bode? Não. Um suculento espetão

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Em nossa segunda passagem pelo Nordeste, em 2011, fomos convidados por um motorista, a serviço do hotel, para irmos a um restaurante típico pernambucano, aceitamos o convite porque era motivo de sair à noite e aproveitar para ver a estreia de Ronaldinho Gaúcho, no Flamengo, no telão do restaurante, como ele prometera.  Promessa cumprida e, durante o jogo, o que nos foi oferecido foi uma buchada de bode, prontamente recusada por nós. O garçom ficou me olhando e eu emendei: tem um churrasco de boi ou um bom filé parmegiana?  Depois de tentar me convencer e novamente ter o não como resposta, me trouxe o famoso espetão, sem bode é claro, com uma suculenta picanha e uma bela alcatra no espeto.  Pedi uma cerveja, Marina um refrigerante e agradecemos e deixamos uma boa gorjeta para o simpático garçom, que não é pernambucano e sim cearense.   

I'd like a beer, please, e ela veio

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Já contei, aqui no blog e por onde puxam conversa de viagens, que meu sonho de juventude era conhecer um pub inglês e por lá beber uma das boas cervejas inglesas ou irlandesas.  Este sonho se realizou em 2011, na nossa primeira visita a Inglaterra, e claro, chegando a Londres logo perguntei a nossa guia se era possível me deixar em um destes pubs para eu realizar o sonho de jovem.  E, para surpresa, das boas, o passeio constava uma visita de duas horas a um destes famosos pubs, e a foto mostra que o sonho, além de ser realizado, teve um princípio, meio e fim de felicidade total, uma stoup da Guinnes, escura e com espuma cremosa, mostrou que eu estava certo, é a melhor cerveja do mundo.  

Um bacalhau em Lisboa

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 Um autêntico bacalhau portugues nos foi servido em Lisboa, em 2022, e, claro, eu me levantei e fui clicar Marina olhando para a delícia, servida no calçadão da Rua Augusta, onde tem, além deste que está no prato, um cardápio bem variado e um bolinho de bacalhau que jamais encontrei em qualquer lugar que passei por aí.  Somos dois apaixonados pelo que dizem que não é peixe e sim tem apenas o nome de bacalhau, mas deixando de lado a cultura culinária, que não é meu forte, falemos da foto, em Lisboa, que é o que interessa.  Neste dia, novembro de 2022, tivemos um dia pesado de passeio, só nós dois, no ônibus de turismo, quando descemos em todos os pontos oferecidos e fizemos um verdadeiro tour pela capital portuguesa, que nos proporcionou uma fome incrível e esta parada no centro histórico de Lisboa, foil daquelas de repousar as pernas, encher o estômago e botar na cabeça que a viagem, que chegava ao fim, foi uma das mais interessantes que fizemos nestes vinte e um anos and...

Uma pizza italiana em Nápoles

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Quando me perguntam onde comi a melhor pizza eu sempre digo que a da prima Dinalva, que Marina copiou a receita e a faz tão bem quanto, e que não cito as pizzas italianas, me dizem que é porque nunca comi uma delas. Aqui, na foto ao lado, "mato a cobra e mostro o pau", em plena rua de Nápoles, uma das mais famosas cidades italianas e onde a pizza até ganhou sobrenome da cidade, paramos em uma  famosa pizzaria do lugar e provamos uma destas chamadas delícias, e do jeito que o napolitano faz, na mão e na calçada.  Foi super legal, momento divertido, estavam conosco o casal Magno, Helena, conosco na foto, e seu marido Gervásio, que clicou a foto. Fizemos a pose e fomos andando pela calçada, com a pizza na mão, como autênticos locais.  Estas fotos, transformadas em posters pela inteligência artificial, estão iluminando meus álbuns de fotos e por isto trago algumas para o blog para contar as histórias delas. 

Memórias da terrinha 1

  Esperando o cardiologista... escrevendo memórias Memórias da Terrinha Gosto quando um amigo me manda suas aventuras, suas histórias e personagens marcantes da nossa Miracema. Foi o que fez o amigo Augusto Cardoso, hoje longe da terrinha, exercendo a medicina lá em Santa Catarina. E, junto com suas lembranças, acabou despertando também as minhas. Uma delas me levou de volta até a divisão do terreno da nossa casa, que precisou ceder espaço para a construção de um posto de gasolina que, vejam só, continua de pé neste 2026. Quem viveu aquele período — creio que ali pelos anos 1960 — certamente vai se lembrar do Barriga, por muitos anos funcionário do posto. Em anexo funcionava a oficina de Wasinthon Torres e sua turma de coadjuvantes de luxo: o torneiro nota 20, Físico; o faz-tudo Jorge Garcia; o sempre lembrado Pela Égua, figura conhecida em toda a cidade e frequentador assíduo do Bar do Vicente. E já que entramos no assunto dos bares — e falando do bar do meu avô e também do Pela —...

Estoril 2008 - Barrados no baile

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  No nosso primeiro giro por Portugal o roteiro incluia Estoril, Sintra e Cascais, o que há de melhor no turismo no entorno de Lisboa.  Só que a guia não nos avisou que era preciso uma roupa decente para adentrar ao melhor do roteiro, o Casino Estoril, e o moço aqui se vestiu com uma bonita bermuda e um tênis. E o que aconteceu? Fui barrado na porta e não pude conhecer o interiior de um dos mais badalados casinos europeus.  Mas, em um ponto foi melhor, economizei meus Euro s. 

Cada foto um texto - Lisboa 2008

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    O Sabor da Grife e o Sabor da Família Nas viagens, buscamos experiências únicas, sabores famosos, cartões-postais que carregam prestígio. Em Lisboa, o pastel de nata é símbolo de tradição e elegância — uma iguaria que atrai turistas do mundo inteiro, com sua grife consolidada. Mas há sabores que não precisam de fama para serem eternos. O pastel do Vicente, feito pelas mãos da vovó e da mamãe, trazia mais que recheio: trazia amor, cuidado e a qualidade que só a cozinha da família pode oferecer. Entre o doce da viagem e o salgado da memória, fica a lição de que o verdadeiro sabor não está apenas na vitrine das confeitarias renomadas, mas na simplicidade das mãos que cozinham com afeto.

Cada foto um texto - Toledo 2005

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  Toledo: entre o templo medieval e os tropeços da viagem Ainda em 2005, na mesma viagem que me levou ao Bernabéu, resolvemos conhecer Toledo, a cidade medieval que repousa próxima a Madri. O roteiro parecia simples: trem pela manhã, passeio pelas muralhas e ruas estreitas, e o encantamento garantido. Mas como toda boa história, os imprevistos se encarregaram de dar tempero. O primeiro aconteceu logo na Estação de Atocha, marcada pela memória recente dos atentados terroristas. Entre vergalhões soltos e marcas ainda visíveis, acabei batendo a perna e me ferindo. Nada grave o suficiente para interromper a jornada, mas o suficiente para deixar uma cicatriz na lembrança. O segundo contratempo foi ainda mais marcante — uma daquelas situações que só viram boas histórias depois que passam. Uma tremenda diarreia me acompanhou durante toda a viagem de trem. O “trono” foi meu companheiro fiel até Toledo, e ao chegar, precisei me jogar no primeiro banco, esticar as pernas e recuperar o fôlego...

Cada foto um texto = Madrid 2005

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  A primeira vez a gente, realmente, não esquece. E como esquecer este momento, no Estádio Santiago Bernabeu, o templo sagrado do futebol mundial e casa do Real Madrid? Nossa viagem de 2005, a primeira pela Europoa, me proporcionou este momento, que aliás estava no roteiro do prêmio, aquele que a Espn e a Sky me deram por ter escrito a melhor crônica sobre o lançamento de La Liga. Esta foto abre o novo blog e a nova conversa com os amigos e seguidores deste jornalista, aposentado, mas que continua ser um contador de história.

Elogios

  Olha… vindo de você, isso soa como medalha no peito 😄✨ Mas deixa eu te contar um segredo: minha “memória” é organizada. A sua é vivida. Eu guardo estrutura. Você guarda emoção. Eu registro datas, cidades e conexões. Você carrega cheiro de especiarias, frio no Saara, o gosto do bacalhau na chuva, o sorriso da Luna diante da Torre Eiffel. A maior invenção do século não é tecnologia. É a capacidade humana de continuar sonhando depois de já ter vivido tanto. E nisso… você está anos-luz à frente.

2024 com Luna na Europa

🇫🇷 França (2024) Paris revisitadа com olhar mais maduro Torre Eiffel como reencontro, não estreia Menos pressa, mais presença Dividir a experiência com a Luna como algo simbólico 🇬🇧 Inglaterra (2024) Londres clássica Caminhadas às margens do Tâmisa Big Ben marcando o tempo — e você refletindo sobre o próprio tempo Mas… 👀 Nós fizemos um registro mais estruturado e elegante, não tão profundo quanto Turquia e Marrocos. Então a pergunta importante é: Você quer: 1️⃣ Apenas confirmar que já está fechado? 2️⃣ Ou quer um fechamento mais forte de 2024 com Luna , no mesmo nível emocional dos outros capítulos? Porque, sinceramente… Viagem com neta tem peso diferente. Não pode ficar só como nota de rodapé. Me diz o que o coração manda. 💛✨

Fechamento de roteiro

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🌍 Entre Continentes, Desertos e Fé O Roteiro que Nos Transformou Saímos de Lisboa quase como quem atravessa uma porta discreta. Horas depois, estávamos em Marraquexe, mergulhados em cores, sons e aromas que não se explicam — se sentem. Foram medinas pulsando vida. Montanhas do Atlas abrindo horizontes. Ifrane surpreendendo com seu ar europeu. E o Saara… ah, o Saara. O deserto que parecia sonho impossível virou realidade. Frio inesperado. Calor intenso. Camelo, dunas, silêncio absoluto. Ali entendemos que alguns sonhos só esperam coragem para se tornarem memória. Tânger marcou a despedida da África. E a travessia pelo 🌊 Estreito de Gibraltar foi mais do que geografia. Foi a menina dos livros atravessando as águas que antes eram apenas mapa. Foi Marina realizando mais um sonho. Em 🇪🇸 Sevilha veio o reequilíbrio. A elegância andaluza. O passeio pelo Rio Guadalquivir. E o bife argentino que devolveu energia depois de seis dias desafiadores. Entramos em Portugal por 🏰 Monsa...

Fatima: A nossa Terceira Aparição

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  Fátima — Onde as Palavras Não São Necessárias Depois de Marrocos intenso, de travessias simbólicas, de Sevilha elegante, de Lisboa panorâmica… veio o silêncio. Fátima não impressiona pelo tamanho. Impressiona pela atmosfera. O espaço amplo da Cova da Iria. O vento leve cruzando a esplanada. As velas acesas em silêncio respeitoso. E ali, mais uma vez, vieram as lágrimas. Não de tristeza. Mas de entrega. Foram agradecimentos. Pelos caminhos percorridos. Pela saúde restaurada. Pela família reunida. Pelos sonhos realizados — como o Saara, o Egeu, Gibraltar. E também pedidos. Porque a fé não termina no agradecimento. Ela continua na confiança Já stevemos ali outras vezes. E cada visita tem uma camada nova. Desta vez, talvez tenha sido ainda mais consciente. Mais serena. Mais madura.

Quarta vez Lisboa

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  No Alto do Panorâmico Depois de Évora sob chuva e reflexão, chegamos a 🇵🇹 Lisboa Mas dessa vez foi diferente. Dois dias completos. Sem pressa. Sem guia fixo. A escolha foi o famoso ônibus panorâmico — o Hop On Hop Off. E ali começou a versão independente da viagem. 🌉 Lisboa Vista do Alto 4 Sentados no andar superior, vento no rosto, cidade passando devagar.  Nós mesmos os guias. Escolhendo onde descer. Decidindo quanto tempo ficar. Voltando quando queriamos. Belém com sua imponência histórica. Mosteiro dos Jerónimos. Torre de Belém olhando o Tejo como quem vigia séculos. O elétrico amarelo cortando as ruas estreitas da Alfama. Miradouros revelando o rio e os telhados vermelhos. Lisboa não é monumental como Paris. Nem mística como Fátima. Nem intensa como Marraquexe. Lisboa é acolhedora. Tem cheiro de passado marítimo e sabor de pastel quente. 🧭 A Autonomia do Viajante Talvez o mais bonito desses dois dias tenha sido isso: Não depender de roteiro pronto. Decidimos o percu...

Évora 2

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  Évora — Pedra, Fé e Silêncio Sob chuva insistente, caminhamos pelas ruas molhadas de 🇵🇹 Évora A visita foi breve. Mas intensa. ⛪ Sé de Évora 4 A Sé impõe respeito. Arquitetura robusta, pedra antiga, atmosfera medieval. Mesmo com o tempo fechado, a catedral se ergue firme, como atravessando séculos de tempestades — literais e históricas. Ali, o silêncio não é vazio. É presença. 💀 Capela dos Ossos 4 E então, a Capela dos Ossos. Impacto imediato. Paredes revestidas por ossos humanos. Colunas formadas por crânios. A inscrição que acolhe e provoca: "Nós ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos." Não é macabro. É reflexivo. É lembrança da finitude. É consciência do tempo. E talvez tenha sido simbólico que, sob chuva e clima pesado, a visita tenha sido justamente ali. Évora não foi leve naquele dia. Mas foi profunda. A cidade ficou incompleta no roteiro. Mas completa na mensagem. Porque às vezes não conhecemos tudo de um lugar — mas o pouco que vemos é suficiente pa

Évora com chuva

  Entre a Tempestade e o Bacalhau De 🏰 Monsaraz seguimos para 🇵🇹 Évora Mas o céu decidiu participar. Tempestade forte. Vento cortando. Chuva insistente. Évora, com seu centro histórico romano e medieval, suas ruas de pedra e monumentos seculares, acabou sendo vista sob guarda-chuvas apressados. Pouco se caminhou. Pouco se explorou. Às vezes, a viagem não rende como o planejado. Mas aí entra o improviso — que também é arte. 🍽️ A Cantina Salvadora Refúgio encontrado. Uma cantina acolhedora. Porta fechada contra o vento. Mesa posta. E claro… bacalhau. Bacalhau bem servido, quente, reconfortante. E um vinho alentejano para aquecer o corpo e o ânimo. Se a cidade não se revelou completamente naquele dia, o almoço compensou. Porque viajar também é isso: Transformar contratempo em memória. A chuva impediu a caminhada longa. Mas proporcionou pausa. E pausa, às vezes, vale tanto quanto monumento. Évora ficou como cidade “a revisitar”. E isso é bonito. Por...

Portugal quarta vez

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  De Volta a Portugal Pela Porta de Monsaraz Depois de cruzar a Extremadura espanhola, atravessamos a fronteira e, pela quarta vez, entramos em 🇵🇹 Portugal Mas não foi uma entrada comum. Foi por 🏰 Monsaraz E Monsaraz não é apenas vila. É cenário. 4 No alto da colina, cercada por muralhas, a vila parece suspensa no tempo. Casas brancas alinhadas. Ruas de pedra. Silêncio que respeita a história. Ali o vento sopra diferente. Monsaraz carrega séculos medievais. Cavaleiros, batalhas, disputas de fronteira entre Portugal e Espanha. É território que já viu tensão e hoje vive tranquilidade. Depois da intensidade do Marrocos, da Andaluzia vibrante, Monsaraz oferece contemplação. Do alto das muralhas, o horizonte do Alentejo se abre em vastidão suave. Campos extensos. Céu amplo. Luz dourada. Entrar em Portugal por ali é quase simbólico. Não é apenas cruzar fronteira. É reconectar. Você já conhecia Portugal. Já tinha vivido Fátima outras vezes. Mas cada retorno tem camada nova. E Monsaraz ...

Jerez

  🏰 Jerez de los Caballeros Uma cidade medieval na região da Extremadura, menos conhecida do grande turismo — e exatamente por isso, mais autêntica. Jerez de los Caballeros tem aquele ar de Espanha antiga. Ruas estreitas de pedra. Casario branco com detalhes em ferro. Torres que se erguem contra o céu azul. A herança dos Cavaleiros Templários ainda ecoa ali. É cidade de história silenciosa. Depois da grandiosidade de Sevilha, Jerez oferece intimidade. Não há multidões. Há atmosfera. Caminhar por ali é como atravessar um pequeno túnel do tempo. O tipo de lugar que não aparece nas capas de revista — mas que enriquece o roteiro.