Aushiwitz



Auschwitz não se visita.

Auschwitz se atravessa.

Antes mesmo de entrar, senti o peso no peito. A pressão subiu. O silêncio se impôs.

Caminhar por aqueles blocos de tijolo, sob o frio cortante da Polônia, é encarar o pior que o ser humano pode produzir quando o ódio vira política.

Ali não há espaço para distração.
Há espaço para reflexão.

Ver de perto o sofrimento de um povo que nada fez para merecer a fúria de um ditador sanguinário muda algo dentro da gente.
Saímos diferentes. Mais conscientes. Mais atentos.
Mais humanos.”**



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