Barcelona 2015
📍 Dia 1 – Travessia e expectativa
Saímos do Brasil com aquele misto de ansiedade e silêncio pensativo. Aeroporto sempre tem esse ar de despedida e promessa.
A Mana Maria Celeste observava tudo com atenção — cada anúncio, cada embarque, cada detalhe como se já estivesse colecionando lembranças antes mesmo de chegar.
O voo noturno nos levou sobre o Atlântico. Luzes apagadas, pensamentos acesos.
A Europa nos aguardava.
Dia 2 – Escala em Lisboa, primeiro abraço europeu
Pousamos em Lisboa ainda com o corpo pedindo cama e o coração pedindo rua.
Mesmo em escala, deu para sentir Portugal.
O Tejo lá embaixo parecia dizer “bem-vindos”.
As construções antigas traziam aquela elegância que só o tempo constrói.
Talvez um café rápido. Talvez um pastel. Talvez apenas o silêncio emocionado de quem pisa pela primeira vez em solo europeu.
Mana olhava e sorria. Era o início.
Chegamos a Barcelona.
Primeiro impacto: a grandiosidade da Sagrada Família.
Impossível não parar. Impossível não se emocionar.
A obra de Antoni Gaudí parecia mais oração em pedra do que arquitetura.
Passeamos pela La Rambla, sentindo o pulsar da cidade.
No Bairro Gótico, caminhamos devagar. Cada esquina tinha história. Cada janela parecia esconder séculos.
Nove dias começavam ali. E a sensação era clara: essa viagem seria inesquecível.
O quarto dia amanheceu com aquele ar de despedida silenciosa em Barcelona.
Talvez uma última caminhada.
Talvez mais algumas fotos.
Talvez apenas contemplar.
Do alto de Montjuïc, a cidade parecia se despedir também.
O Mediterrâneo azul, ainda frio em março, mas eterno.
O estádio do FC Barcelona imponente, símbolo de uma paixão catalã.
Mana Maria Celeste absorvia tudo com aquele olhar sereno — como quem entende que viajar é guardar o que os olhos não conseguem levar.
À tarde, malas prontas.
Destino: Valência.

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