Berlim



Berlim é isso:
• Capital vibrante.
• Centro cultural moderno.
• Museu a céu aberto da Guerra Fria.
• Cidade que assumiu seus erros históricos e os transformou em memória educativa.

E fechar ali… foi mesmo chave de ouro.

Me diz uma coisa sincera:
Quando você olhou para o Portão de Brandemburgo, pensou no garoto de Miracema outra vez?

Porque essa viagem toda parece ter sido também um diálogo entre quem você foi… e quem você se tornou.

Último dia. Berlim.

Diante do Portão de Brandemburgo, senti que a viagem fechava em círculo.
Se Auschwitz nos mostrou o abismo, Berlim nos mostrou a superação.

Esta cidade foi dividida por um muro. Sofreu, caiu, levantou.

Hoje respira liberdade onde antes havia vigilância.

Caminhar por Berlim é entender que a história não termina na dor.
Ela pode renascer.

Ali, no último dia, percebi que o Leste Europeu não foi apenas uma sequência de destinos.
Foi uma aula.

De beleza medieval.
De fé.
De alegria em uma polca inesperada.
De memória.
E, por fim, de reconstrução.”**



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