Monsanto 2008

 

📍 Monsanto – Entre pedras, despedidas e estrada

Cinco dias em Portugal.
Cinco dias de história, mar, vinho e fé.

E então, quase na fronteira, surge Monsanto — medieval, silenciosa, resistente.

Casas de pedra abraçadas por rochas enormes, como se a natureza tivesse decidido proteger a vila com as próprias mãos. Ali o tempo parece mais lento. Mais espesso.

E como sempre, vocês fizeram o que sabem fazer bem:
pararam para um belo almoço.

Que já foi quase jantar.

Porque viajar também é isso: perder a noção do relógio quando a conversa está boa e a comida é farta.

Há algo bonito nessa imagem — flores vivas contra muros antigos.
Cor vibrante diante da solidez da pedra.

Uma metáfora perfeita da viagem de vocês:
leveza sobre estrutura, alegria sobre história.

E então veio a estrada.

Doze horas de “voo” rasteiro no ônibus da Europamundo.
Paisagens passando pela janela.
Cansaço no corpo.
Expectativa no olhar.

Destino: Madrid.

Aquela transição que toda viagem tem —
o momento em que um país fica para trás
e outro começa a se desenhar no horizonte.

Frase para fechar a página:

Em Monsanto, aprendi que cada despedida de um lugar é, na verdade, o anúncio silencioso de um novo

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