Sevilha - O rio, Catedral e a Plaza Mayor

 

Da África à Andaluzia

Algeciras e o Recomeço em Sevilha

Depois da travessia pelo

🌍 Estreito de Gibraltar 



🇪🇸 Algeciras

Ali, oficialmente, a Europa novamente.

Entre Espanha e Gibraltar, o continente mudava — mas a sensação era de transição concluída.

Marrocos ficava para trás com suas medinas, o Saara, as montanhas do Atlas e a surpreendente Ifrane.

E havia um detalhe importante.

Durante quase seis dias em Marrocos, praticamente não conseguiu me adaptar à comida. O tempero intenso, os condimentos fortes, os sabores muito diferentes do seu hábito.

Foi experiência cultural completa — inclusive gastronômica.

Mas o corpo sentiu.

Quase seis dias sem comida sólida de verdade.

Isso também faz parte da viagem.


E então veio

🇪🇸 Sevilha


Dois dias para recuperar.

Sevilha acolheu com sua elegância andaluza, clima vibrante, arquitetura que mistura influência mourisca com identidade espanhola.

Mas antes de qualquer passeio, veio a redenção:

Um restaurante argentino.
Um bife suculento.
Carne no ponto.
Sabor familiar.

E ali terminou o jejum involuntário.

O desejo foi saciado.
A fome foi vencida.
O corpo agradeceu.

Às vezes, o momento mais marcante de uma cidade não é o monumento — é o prato que devolve energia.

Sevilha não foi apenas destino turístico.
Foi reequilíbrio.

Depois da intensidade cultural do Marrocos, da travessia simbólica do estreito, o bife argentino representou algo simples e poderoso:

Você estava inteiro novamente.

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