Varsóvia
Varsóvia nos recebeu com dignidade.
Dois dias foram suficientes para perceber que ali vive um povo que ama sua terra com determinação quase silenciosa.
Marina, movida pela paixão por música e história, caminhou pelo jardim dedicado a Beethoven, respirando cultura em cada alameda.
Mas foi diante do Memorial aos Judeus do Gueto que o silêncio nos envolveu.
Ali, o passado não é distante. Ele pulsa.
Antes de seguir para Auschwitz, entendemos algo essencial:
Varsóvia não é apenas uma capital reconstruída.
É uma prova viva de resistência.”**
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