Wadowice
O frio beirava os dez negativos. A neve caía insistente, molhando o gorro e escorrendo pelo rosto.
Mas nada ali era desconforto. Era privilégio.
Diante da estátua do Menino Karol, senti que aquela viagem fechava um ciclo.
Não era apenas conhecer um destino religioso.
Era agradecer.
Nosso padroeiro das viagens parecia nos acompanhar desde o início.
E ali, na pequena Wadowice branca de neve, eu soube que o garoto de Miracema jamais imaginaria estar recebendo aquela bênção.”**

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